domingo, 14 de fevereiro de 2021

GEOBIOLOGIA ESPIRITUAL – AMBIENTAL E PESSOAL

Cotidianamente estamos expostos a muitas energias nocivas provenientes da Terra e do meio ambiente, planos sutis que podem afetar nossa saúde e bem-estar, prejudicando nossa vida física ou material em vários aspectos. Muitas doenças físicas ou psíquicas e desarmonias na sua casa e trabalho podem ter origem devido à exposição a vibrações nocivas invisíveis. O trabalho da Geobiologia ambiental ou pessoal é realizado a distância e promove a medição, limpeza profunda e alinhamento, neutralizando as energias nocivas e conectando-os com sua essência e propósito de vida. Além disso, é realizada a ativação das freqüências que atingem a consciência, modificando crenças limitantes, retirando implantes, energias densas intrusas, magias, maldições e desprogramando personalidades do passado, harmoniza a vida profissional e financeira, relacionamentos, veículos, animais e situações especificas que precisam da energia cósmica para desbloqueio.  
Durante o processo, dependendo da finalidade podemos medir os itens abaixo, com o auxílio da Radiestesia: 
AMBIENTAL 
1- Energia elétrica nociva (toda a contaminação elétrica e eletromagnética - celulares, micro-ondas, computador, wiffi, fios de alta tensão, transformadores elétricos, antenas de todos os tipos).
2 - Veios de água subterrâneos nocivos.
3- Linhas Hartmann nocivas.
4- Linhas Curry nocivas.
5- Linhas Peyré nocivas.
6- Falhas geopáticas nocivas (descontinuidades, fissuras ou falhas das rochas do subsolo por onde emanam energias/gases que interferem no meio ambiente).
7- Zonas geopáticas nocivas (memória de tudo que já aconteceu no local desde o inicio da Terra. Tudo o que acontece de bom ou ruim deixa a sua vibração impregnada no local e pode interferir na vida das pessoas que vivem ou trabalham ali agora).
8- Formas pensamento negativa (formada pelos pensamentos negativos alimentados por emoções, que estão presentes no astral interferindo na nossa energia e nas situações que atraímos para nossa vida).
9- Energia preta (inveja. magias. maldiçoes).
10- Energia de falecidos.
11-Memórias negativas de parede (memórias guardadas da construção das paredes ou/e do que aconteceu no local).
12- Memórias celular negativa (energia das pessoas que estão impregnadas nos objetos). 13- Energia nociva de vizinhos.
PESSOAL
1-Corpo Físico
2- Corpo Etérico
3- Corpo Mental 
4- Corpo Emocional 
5- Corpo Espiritual
6- Formas Pensamento Negativas
7- Energia Preta
8- Energia de Falecidos 
Na medição através de gráficos radiestésicos observamos a porcentagem de energia desses itens, considerando que para estar em boas condições energéticas e harmônicas precisamos ter ZERO como número ideal e alcançável. A Geobiologia nos permite ainda realizarmos o trabalho em outras situações, como por exemplo, em processos judiciais, relacionamentos, profissão, animais... 
Para agendamentos e informações, contatar através do Whatsapp 51 993267590. Jana Dresch

terça-feira, 11 de outubro de 2016

OS SINAIS DE QUE SEU ANJO DA GUARDA ESTÁ PERTO DE VOCÊ

Você já sentiu a presença do seu anjo da guarda perto de você? Os anjos são os seres celestiais mais próximos dos humanos e são responsáveis por nos proteger e nos guiar para o melhor caminho.
Quando eles estão ao nosso lado, podemos senti-los através de sinais muito sutis. Veja abaixo quais são eles e comece a notar as visitas do seu anjo da guarda.
Os anjos são criaturas não-físicas que possuem vibrações diferentes das nossas, por causa disso podemos sentir a presença deles através de diferentes sinais muito sutis. Algumas pessoas são mais sensitivas do que outras e podem perceber esses sinais mais facilmente. Os 5 sinais descritos abaixo são algumas das experiências mais comuns relatadas por pessoas de todo o mundo.

1 - Alterações de temperatura no ambiente
A maneira como os anjos vibram podem alterar a movimentação das moléculas do ar, retardando-as (tornando o ambiente mais frio) ou acelerando-as (tornando o ambiente mais quente). Quando o ambiente muda de temperatura inexplicavelmente ou você sente um calafrio ou um calor repentino, pode ser a presença do seu anjo perto de você.

2 - Voz que chama pelo seu nome
Nosso anjo da guarda conhece o nosso nome, e ao nos resguardar eles podem mencioná-lo e a sua voz chegar até o nosso ouvido. Sabe aquela sensação de: “parece que alguém me chamou!” e quando você pergunta às pessoas ao seu redor elas dizem: “eu não disse nada”? Só você ouve o seu anjo da guarda te chamar.

3 - Sentir como se estivesse acompanhado ou sendo seguido
Muitas vezes sentimos a calma da presença do nosso lado, nos acompanhando. Quando estamos parados, a presença dele nos acalma, como se fosse a presença de alguém querido de quem gostamos de estar perto. Se estivermos em movimento, parece que tem alguém ao nosso lado. Esse sentimento não é acompanhado de medo, mas sim de muita confiança nessa companhia.

4 - Luminosidades coloridas
Se você vir alguma luz colorida perto de você ou ao seu redor, não se assuste. Muitas vezes quando os nossos anjos tentam nos alcançar eles produzem faíscas de luz que geram alteração na vibração do ar e sentimo-nos rodeados por uma luz colorida, a maioria dos relatos falam de uma luz azul ou amarela. Não tenha medo, é só o seu anjo tentando te proteger.

5-Comunicação através dos sonhos
Essa é a forma mais comum de perceber a presença do nosso anjo da guarda. Você acorda mais leve, tranqüilo, e mesmo se não se lembrar do sonho, parece que o caminho a seguir ou a decisão a ser tomada se torna mais clara, mais óbvia. Sentimos-nos mais confiantes e sensatos porque fomos aconselhados pelos nossos anjos da guarda durante o sono.
FONTE:  SITE wemystic

                                            


Dica de leitura:TODO MUNDO TEM UM ANJO DA GUARDA
Sinopse: 
“Aonde quer que eu vá dirigir grupos de oração, os fiéis me perguntam se têm um anjo protetor. Minha resposta é sempre a mesma: todo mundo tem um anjo da guarda! Desde a concepção, Deus designa a todos um ser angélico para acompanhá-los em sua jornada neste mundo.” — Pedro Siqueira. Os anjos da guarda são presentes de Deus para todas as pessoas, sem exceção. Essa é a verdade que Pedro Siqueira quer transmitir para nós. Muitas vezes esquecidos, ignorados ou até desacreditados, nossos protetores ainda são um mistério para a maioria dos fiéis. Em seu novo livro, Pedro abre esse universo aos leitores. Partindo de uma visão geral das criaturas celestes, ele explica que é possível ver nossos anjos da guarda e até saber seus nomes. Além disso, mostra como podemos nos comunicar com eles para estreitar os laços com Deus. Dirigindo terços para milhares de fiéis, com visões espirituais intensas, Pedro tem uma extensa bagagem de experiências próprias e relatos que lhe dão embasamento suficiente para tratar de um assunto frequentemente insondável. Por meio de diversos casos, Todo mundo tem um anjo da guarda tira as principais dúvidas sobre o tema e oferece um conhecimento fundamental para quem almeja uma vida espiritual mais profunda."
Onde comprar: SARAIVA 




Tema abordado no programa ENCONTRO de Fátima Bernardes no dia 11 de outubro de 2016. Participação especial de Pedro Siqueira

ASSISTA AGORA: 
PROGRAMA ENCONTRO GLOBO 11/10/2016








Depois de todos esses esclarecimentos EXPERIMENTE
conversar com seu anjo. Medite, procure sentir seu protetor. 

A oração é o melhor caminho.
Fiquem com os anjos... Abraços! Jana Dresch

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

POR QUE OS SENSITIVOS SE SENTEM MAL PERTO DE ALGUMAS PESSOAS?

Os sensitivos são seres humanos que possuem sensibilidade emocional aumentada.
Esse conceito foi apontado pela psicóloga Dra. Elaine Aron em 1991, que apontou através de estudos que entre 15% e 20% da população mundial possui esse tipo de sensibilidade mais aflorada porque os seus cérebros processam informações sensoriais de forma diferente e por isso possuem habilidades e expressas  de maneira mais intensas que os demais.
Os sensitivos – também chamados de empatas – são portanto mais sensíveis a emoções, comportamentos e energias de pessoas e lugares. A presença de algumas pessoas ou a entrada em lugares específicos podem fazer com que um empata se sinta mal. Entenda mais sobre isso.
A sensibilidade aflorada dos sensitivos e o que isso pode causar
Normalmente, quem é considerado um sensitivo considera isso como uma qualidade, uma habilidade positiva.
São normalmente excelentes ouvintes, pessoas caridosas com muita clareza de pensamento, conhecidos por darem bons conselhos.
Mas devido à sua sensibilidade emocional aumentada eles são muito influenciáveis pelo ambiente ou por pessoas, são capazes de detectar energias carregadas que estão impregnadas no lugar, detectam mais facilmente comportamentos falsos e não conseguem lidar com pessoas pretensiosas e/ou mentirosas.
Comportamentos e situações em que um sensitivo se sente mal:
Todo mundo pode ser capaz de identificar sinais de falsidade no discurso humano, os empatas possuem maior facilidade devido à sua extrema sensibilidade.
Lidar com alguém hipócrita ou falso pode ser tolerável para pessoas comuns, mesmo que eles saibam dessa característica da pessoa, para os sensitivos, isso é praticamente uma tortura, um desconforto intenso.
Sentem-se cansados, sentem que sua energia foi drenada, sentem-se frustrados, muitas vezes ficam com as mãos úmidas, com o coração disparado e o bocejo é uma reação muito freqüente.
Veja abaixo algumas situações que fazem com que um sensitivo se sinta mal:
Falsos elogios – eles detectam logo a falsidade e mal conseguem disfarçar a sua decepção;
Pessoas que aumentam suas vitórias para ganhar aprovação e reconhecimentos dos outros;
Pessoas que renunciam à sua personalidade ou tentam ser aquilo que não são para se sentirem por cima;
Falsas delicadezas com intenção de receber algo em troca;
Pessoas que estimulam a inveja e o ressentimento;
Quem age de forma dura e insensível para ocultar dos outros a própria dor ou sensibilidade;
Reações comuns dos sensitivos nestas situações
Muitas vezes os sensitivos nem conseguem explicar o porquê de estar se sentindo mal e o que está causando isso nele.
Alguns deles conseguem identificar o foco, mas outros só conseguem pensar em se afastar do ambiente e das pessoas que ali estão, e normalmente ouvem: “O que aconteceu? O que ele(a) te fez de mal?” sem saber explicar exatamente o porquê. Ficam nervosos, tensos e têm dificuldades de formar frases com clareza, o que em situações normais eles têm muita facilidade.
Se o sensitivo precisa estar em um ambiente ou perto de alguém que lhe faz mal, ao se afastar ele se sente enjoado, tonto, podendo inclusive ter ânsia de vômito. Ficam muito calados, sem querer continuar a conversa e muitas vezes, ao se afastar da pessoa ou do ambiente sentem um inexplicável sentimento de culpa.
Fonte: wemystic.com.br



quarta-feira, 17 de agosto de 2016

JA OUVIU FALAR NO LIVRO TIBETANO DOS MORTOS? UM GUIA PARA QUEM MORRE.

Também chamado de Bardo Thodöl, cujo significado é “Libertação pela audição no plano pós-morte”. Trata-se de um texto tibetano muito antigo cuja mensagem era oculta ao público em geral, sendo apenas transmitida de mestre a discípulo ao longo do tempo. Porém, por algum motivo desconhecido ou não especificado, seu conteúdo passou a ser aberto e qualquer pessoa poderia ter acesso.

Ninguém sabe ao certo há quantos séculos o Livro Tibetano dos Mortos foi escrito. 
Não existem registros de sua origem, por tratar-se de uma tradição secreta e oral, passada de boca a ouvido ao longo do tempo. No entanto, acredita-se que o texto remonte a VIII d.C., na época do grande mestre tibetano Padma Shambava.
O Livro Tibetano dos Mortos afirma, não apenas que existe vida após a morte, mas que é possível morrer de forma consciente e de um modo que seja proveitoso para o despertar espiritual. O livro é geralmente lido em voz alta a uma pessoa que está bem próxima da morte e continua a ser recitado mesmo após a passagem do indivíduo. Isso é uma indicação de que os tibetanos acreditavam que, mesmo após a morte, a pessoa permanecia de alguma forma mantendo contato com o local onde morreu (ao menos por algum tempo) e assimilava aquilo que era proclamado com a leitura do livro. Dessa forma, uma pessoa que passa pela transição entre a vida e a morte com conhecimento de causa e sabendo com profundidade o que acontece “do outro lado da vida” pode aproveitar essas informações e saber como se conduzir nos diferentes estados e planos de consciência do pós-morte. Nesse sentido, o Livro Egípcio dos Mortos possui a mesma intenção: ajudar o moribundo no passamento do limiar da morte e ser um guia para esse momento de suma importância na vida da alma.
O Livro Tibetano dos Mortos foi trazido ao ocidente pelo Dr. graduado em Oxford T. W. Evans-Wentz, que escreveu um livro no início do século XX (1927) traduzindo e explicando o Livro Tibetano dos Mortos. Carl Jung escreveu um prefácio de uma das edições do livro analisando seu conteúdo do ponto de vista psicológico. Jung declarou ter sido um leitor assíduo do livro e que devia a ele muitas ideias fundamentais. Jung escreveu que “todo leitor sério forçosamente irá perguntar-se se estes antigos e sábios lamas, afinal de contas, não poderiam ter vislumbrado a quarta dimensão, arrancando assim o véu dos maiores mistérios da vida.” Jung ressalta ainda que por se tratar de um livro aberto hoje em dia, isso não significa que todos consigam compreendê-lo em sua essência. Assim, se tornou aberto para o público, mas continua “fechado” ao entendimento de muitos.

 A mensagem central do Livro Tibetano dos Mortos é basicamente a seguinte: o texto explica que após a morte, a pessoa desencarnada se confrontará com várias cenas, visões, aparições, etc. Em cada um dos bardos, a pessoa terá a experiência de cenas e visões diferentes, mas ela deve atravessar tudo isso com total tranqüilidade. Para tanto, é necessário compreender uma coisa essencial: tudo o que ela vir e experimentar lhe parecerá real, mas trata-se tão somente do conteúdo de sua própria mente projetado no exterior e tornado perceptível tal como se fosse realidade. O texto adverte que as visões não são verdadeiras, são apenas uma emanação da consciência do observador. 

O livro insiste que a pessoa deve focalizar a Luz Clara e não se abalar com tudo o que lhe vier de percepções aparentes. A única verdade é a Luz Clara, uma manifestação do vazio de formas e substâncias, mas plena de vida. Concentrando-se na Luz e deixando de lado todo o resto, o morto poderá atingir o universal, a iluminação. Caso não tenha sucesso, a alma cairá novamente no mundo fenomênico e retornará ao ciclo dos renascimentos.
Como o conteúdo da mente projetado no espaço e tornado visível à pessoa depende de suas crenças e criações mentais, cada pessoa verá uma coisa diferente. As imagens descritas no livro são adaptadas à cultura tibetana, que possui uma visão específica do que ocorrerá após a morte. Por isso, os autores do texto consideram que o tibetano terá certas visões, que são típicas dos costumes religiosos do povo. Mas o que está descrito pode variar de pessoa para pessoa, de cultura para cultura, dependendo das expectativas dos recém-desencarnados. Dessa forma, os cristãos ortodoxos poderão ter visões sobre o purgatório, o inferno ou mesmo o paraíso. Tudo isso varia com as crenças, pensamentos, sentimentos e expectativas de cada um.

O Livro Tibetano dos Mortos também possui um documentário que explora seus antigos ensinamentos. A série foi filmada em um período de quatro meses nos cenários do Himalaia, onde o texto original segue exercendo influência sobre a maneira em que os homens vêem a vida e a morte.

Assista o vídeo completo do documentário:

FONTES: Texto- Despertar coletivo E vídeo - Youtube
ONDE COMPRAR: SARAIVA

quinta-feira, 28 de julho de 2016

NÃO SE SOFRE POR ACASO - SORRIR PERANTE A DOR

 Todas as dores fazem parte da rotina evolutiva de cada ser, especialmente daqueles que habitam mundos onde o mal sobrepuja o bem, como o planeta Terra, por exemplo. A reação perante o momento de sofrimento é decisiva. É uma escolha. Evoluir ou estagnar.
Não estamos dizendo que sofrer seja fácil, ou cometendo apologias ao sofrimento, mas a purga é um processo evolutivo. Caso não fosse, não existiria a figura do umbral, no Espiritismo, ou a figura do purgatório, no Catolicismo, ou situações similares em demais cenários religiosos. Mas não se deve esperar o desencarne para purgar o que se precisa.
É imperioso saber que a dor existe e, através da sua superação, evolui-se como ser. Portanto, sorria perante a dor. Entenda-a como uma oportunidade de evolução. Um presente. Toda dor representa uma necessidade evolutiva. NÃO SE SOFRE POR ACASO. 
A dor se manifesta, pois o cérebro entende que não há força suficiente para suportar o evento que desencadeou o sofrimento. E não há força, porque nenhuma situação análoga foi superada completamente no passado, incluindo encarnações pretéritas.
Mas é preciso. Entenda que todos estamos rumando ao Pai. À Sua perfeição. Isso significa que não podemos deixar de ter força para superar qualquer momento, por mais difícil que seja. Nossa força está no Pai. Busquemo-la. Mas, precisamos provar que conseguimos buscar a força no Pai e superar o que for. Portanto, enquanto determinado ângulo situacional não for superado, a dor nos atingirá, pois que não teremos ainda a força necessária. E isso se repetirá de novas maneiras, sob as mais variadas formas e utilizando-se de personagens e meios de ação diferentes. Sempre. Até que consigamos vencer. E nesse dia, haverá progresso espiritual. Haverá evolução como ser. E nunca mais este ângulo situacional, ou seja, situações similares nos causarão dor.
As situações voltarão a ocorrer, mas nossas posturas diante delas serão diferentes. Serão sábias e maduras. Portanto, sorria diante da dor. E peça força ao Pai para passar por este momento de sofrimento ou dificuldade. Ele não irá desamparar filho algum. Basta que seu pedido seja sincero, para receber as dádivas do Senhor.
Sorria. Sorria sempre. Sorria em todos os momentos. Especialmente perante a dor.

Fonte: Luzes do Amanhecer - Ermance Dufaux

www.institutopiramide.com.br



terça-feira, 26 de julho de 2016

É TEMPO DE DEIXAR DE LADO OS PRECONCEITOS E TABUS E ACEITAR A REALIDADE ESPIRITUAL NO TRABALHO PSICOLÓGICO COMO UM TODO, DE FORMA CIENTÍFICA, NÃO APENAS NO ÍNTIMO, COMO FÉ RELIGIOSA.

"Em toda existência física (encarnada) de determinado espírito imortal, inúmeras experiências são vivenciadas e com elas sentimentos, dores, alegrias e as mais diversas sensações são acompanhadas. Com isso, entendemos que todo indivíduo encarnado acumula sentimentos e sensações dentro de sua jornada física e tal conteúdo não é descartado após seu desencarne, visto que o espírito é imortal e, devido ao conteúdo emocional não ser físico como o corpo, fica registrado junto ao indivíduo. Ora, são esses conteúdos justamente que são procurados e tratados por psicólogos e psiquiatras. São esses conteúdos que causam as PATOLOGIAS. 
E sendo imortais, como o espírito, precisam ser tratadas também após o desencarne. E se precisam ser tratados devem ser incluídos nas teses psicológicas. Na ocasião de um novo encarne, por serem as patologias imortais, assim como o espírito, e ainda existirem anexadas a ele, o indivíduo as leva consigo em sua nova jornada física. Por essa razão, fica adormecida no inconsciente esperando o momento de se manifestar.

Enquanto a psicologia permanecer agarrada apenas às causas da existência atual, não conseguirá resolver os casos mais graves e profundos. É tempo de deixar de lado os preconceitos e tabus e aceitar a realidade espiritual no trabalho psicológico como um todo, de forma científica, não apenas no íntimo, como fé religiosa.

Fonte: livro “PSICOLOGIA JUNGUIANA SOB O OLHAR ESPIRITUAL APROFUNDADO"
Espírito Dr. Abraham
Arden Brill
Através do médium Fabio Bento
www.institutopiramide.com.br



terça-feira, 21 de junho de 2016

OSHO - TRABALHAR É DIVERTIDO


Qualquer que seja o trabalho que fazes, encontra maneiras de gostar dele. Desfruta, cantando. Deixa que o trabalho seja uma dança. Se estiveres a fazer limpezas, isso pode ser uma dança, uma canção, um prazer, um deleite e trar-te-á benefícios tremendos.
As pessoas continuam a pensar erradamente. 

O trabalho não é trabalho. E sem trabalho ficarás mais podre – porque então o que farás? Toda a tua energia será apenas um turbilhão dentro de ti e provocará mil e um problemas. O trabalho é necessário… é uma descontracção. Através da comida, do sono, geras energia. Onde colocá-la?
Tens de ser criativo. E «trabalho» é uma palavra muito feia, particularmente no Ocidente, é muito feia. Isto criou uma determinada atitude subconsciente. Nas sociedades primitivas, o trabalho é tido quase como uma brincadeira, um jogo. Tudo é visto como um jogo. Numa aldeia primitiva, ainda em zonas remotas da Índia de hoje, os aldeãos levantam-se às três ou quatro da madrugada e toda a aldeia começa a cantar. Estão a preparar-se para o seu dia de trabalho. De cada cabana se ouvem canções, tambores e alguém a tocar flauta. Depois toda a gente sai e se dirige aos campos para trabalhar, a cantar em coro. E isto prolonga-se por todo o dia. O trabalho parece ser feito com divertimento. No final do dia regressam, cansados. Fizeram um trabalho árduo, sob o sol quente. Voltam às suas aldeias e começam a dançar pela noite dentro. Dançam até tarde e adormecem debaixo das árvores. De manhã, lá estão novamente a cantar. Torna-se muito difícil decidir o que separa trabalho e divertimento – eles sobrepõem-se. Uma vez veio um homem ter comigo. Era condutor de autocarros. Claro que conduzir autocarros em cidades como Mumbai ou Delhi, onde o trânsito é neurótico, leva a que se esteja continuamente à beira de um esgotamento nervoso. Ele estava muito nervoso, a tremer.
Disse-me: «Quero ver-me livre deste trabalho. É demasiado. Não consigo dormir, tenho pesadelos. E todo o dia ao volante no meio de um trânsito tão neurótico – não consigo descontrair um só momento que seja». Eu disse-lhe: «Tenta durante sete dias uma meditação que te vou dar. Vê a coisa como um desafio: as pessoas a correr pelo meio da estrada e a fazer tudo caoticamente. Pensa que eles estão apenas a criar uma situação na qual tu possas testar as tuas capacidades. Vê-o como uma brincadeira. Como uma situação em que a tua energia é testada e as tuas capacidades avaliadas.»
Esta ideia agradou-o e sete dias mais tarde ele voltou e disse-me: «Funcionou… espantoso! Agora não me preocupo com a estrada, agora divirto-me. Quanto mais caótica está, mais me divirto. É mesmo bonito como consigo evitar todos os problemas no trânsito. Quando volto para casa, volto quase como um jogador após uma vitória, como alguém que ganhou uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos!»

Vê o trabalho como uma brincadeira e diverte-te com ele. Tudo é um desafio. Não continues a fazê-lo, a arrastar-te porque tem de ser feito. Assim ficarás doente. Se tiveres de trabalhar quatro, cinco horas por dia e essas horas forem uma subcorrente contínua de evasão ao trabalho, então estarás a dividir o teu ser. Não se trata do trabalho. Trata-se de todo o teu bem-estar interior. Ficarás divido se fizeres durante quatro ou cinco horas algo de que não gostes ou de que não consigas gostar.
Portanto, existem apenas duas possibilidades: ou encontras um trabalho de que gostas ou te tornas capaz de gostar do trabalho, seja ele qual for. A segunda alternativa é a melhor porque é muito difícil encontrar um trabalho de que gostes. Mais cedo ou mais tarde vais deixar de gostar dele. No início gostas. Toda a gente da comuna vem e no início está cheia de energia. Logo que autorizo que entrem e vivam dentro da comuna, a energia deles desaparece. Começam a criar problemas e a fugir do trabalho e mais isto e mais aquilo. Se nada funcionar, ficam doentes. Não digo que estejam doentes conscientemente. Não digo que finjam estar doentes – não. Podem estar doentes mas isso é obra deles, é karma deles. Eles criaram-no. Primeiro as pessoas vêm e dizem que qualquer que seja o trabalho, eles fá-lo-ão e que o facto de estarem na comuna é recompensa suficiente. Quando se lhes dá trabalho e eles já fazem parte da casa, quando se instalam e sabem que ninguém transtornará este seu estatuto de instalados, então começam a criar problemas. Portanto, a alternativa é encontrares um trabalho de que gostes. Mas isso não vai ser de ajuda durante muito tempo porque todo o tipo de trabalho aos poucos se torna aborrecido. Tens de repetir tudo. A outra alternativa é melhor. Traz para a vida a capacidade de gostar de tudo o que fazes: qualquer que seja o trabalho, poderás gostar dele. Tenta. Descobre maneiras de gostar do trabalho. As pessoas querem encontrar maneiras de não gostar dele, por isso evidentemente encontram-nas. Durante três semanas tenta trabalhar e gostar de trabalhar. Desfruta, cantando. Deixa que o trabalho seja uma dança. Se estiveres a fazer limpezas, isso pode ser uma dança, uma canção, um prazer, um deleite e trar-te-á benefícios tremendos. E a doença desaparecerá.

Fonte: In Osho, Beloved of My Heart, # 8